segunda-feira, 30 de abril de 2012

O MILAGRE DA VIDA

Que surpresa quando vi 
Tão pequeno ser nas mãos
Daquele que para mim
És o nosso criador e protetor
 
Não soube explicar tanta emoção
Sublime gesto de amor, satisfação
tanta perfeição, simplicidades,solidão
Porém, dúvidas intrigam o meu coração
 
Serias,tu amado e feliz?
Terias,tu, o direito a vida?
Serias, tu, triste e rejeitado?
Terias ,tu, a morte do pecado?
 
Não saberei te dizer ao certo
Pois a humanidade é tão incerta
ora, ama e protege
ora, desprezas e esquece
 
assim , tão incerto és teu futuro, pequeno gigante
Mas ao te ver assim, tão bem acalentado
Peço ao seu criador, que faças para ti
uma humanidade cheia de amor
 
Sejais forte!! sejais valente!
Sejais tu homem, sejais tu mulher
Obstáculos aparecerão, porem não temais
tenha fé!!
Siga em frente,e não atormente o seu coração.
Creusa Martins

Por que Estudar a Geografia


ESTUDAR GEOGRAFIA é a forma de compreendermos o mundo em que vivemos. Por meio desse estudo, podemos entender melhor tanto o local em que moramos - seja uma cidade, seja uma área rural - quanto o nosso país, assim como os demais países da superfície terrestre. O campo de preocupação da geografia é o espaço da sociedade humana, onde os homens e as mulheres vivem e, ao mesmo tempo produzem modificações que o (re) constroem permanentemente. Indústria, cidades, agricultura, rios, solos; climas, populações: todos esses elementos - além de outros ­constituem o espaço geográfico, isto é, o meio ou a realidade material onde a humanidade vive e do qual ela própria é parte integrante. 
Tudo nesse espaço depende do ser humano e da natureza. Esta última é a fonte primeira de todo o mundo real. A água, a madeira, o petróleo, o ferro, o cimento e todas as outras coisas que existem nada mais são que aspectos da natureza. Mas o ser humano reelabora esses elementos naturais ao fabricar os plásticos a partir do petróleo, ao represar rios e construir usinas hidrelétricas, ao aterrar pântanos e edificar cidades, ao inventar velozes aviões para encurtar as distâncias. Assim, o espaço geográfico não é apenas o local de moradia da sociedade humana. mas principalmente uma realidade que é a cada momento (re) construída pela atividade do ser humano.
As modificações que a sociedade humana produz em seu espaço são hoje mais intensas que no passado. Tudo o que nos rodeia se transforma rapidamente. Com a interligação entre todas as partes do globo, com o desenvolvimento dos transportes e das comunicações, passa a existir um mundo cada vez mais unitário. Pode-se dizer que, em nosso planeta, há uma única sociedade humana, embora seja, uma sociedade plena de desigualdades e diversidades. Os "mundos" ou sociedades isoladas, que viviam sem manter relações como restante da humanidade cedeu lugar ao espaço global da sociedade moderna.
Na atualidade, não existe nenhum país que não dependa dos demais, seja para o suprimento de parte das suas necessidades materiais, seja, pela internacionalização da tecnologia, da arte, dos valores, da cultura afinal. Uma guerra civil, forte geadas com perdas agrícolas, a construção de um novo tipo de computador, a descoberta de enormes jazidas petrolíferas, enfim, um acontecimento importante que ocorra numa parte qualquer da superfície terrestre provoca repercussões em todo o conjunto do globo. Muito do que acontece em áreas distantes acaba nos afetando de uma forma ou de outra, mesmo que não tenhamos consciência disso. Não vivemos mais em aldeias relativamente independentes, como nossos antepassados longínquos, mas num mundo interdependente e no qual as transformações se sucedem numa velocidade acelerada.
Para nos posicionarmos inteligentemente em relação a este mundo temos de conhecê-lo bem. Para nele vivemos de forma consciente e crítica, devemos estudar os seus fundamento, desvendar os seus mecanismos. Ser cidadão pleno em nossa época significa antes de tudo estar integrado criticamente na sociedade participando ativamente de suas transformações. Para isso, devemos refletir sobre o nosso mundo, compreendendo-o do âmbito local até os âmbitos nacionais e planetários. E A GEOGRAFIA É UM INSTRUMENTO INDISPENSÁVEL PARA EMPREENDERMOS ESSA REFLEXÃO, REFLEXÃO QUE DEVE SER A BASE DE NOSSA ATUAÇÃO NO MUNDO. (VESENTINI, J. Willian. Sociedade e Espaço. Atica. 2000. 3ed. 343p.) 

. O que é comunicação


Comunicação é a forma como as pessoas se relacionam entre si, dividindo e trocando experiências, idéias, sentimentos, informações, modificando mutuamente a sociedade onde estão inseridas. Sem a comunicação, cada um de nós seria um mundo isolado.
Comunicar é tornar comum, podendo ser um ato de mão única, como TRANSMITIR (um emissor transmite uma informação a um receptor), ou de mão dupla, como COMPARTILHAR (emissores e receptores constroem o saber, a informação, e a transmitem). Comunicação é a representação de uma realidade. Serve para partilhar emoção, sentimento, informação.
Quem comunica é a fonte e, do outro lado, está o receptor. O que se comunica é a mensagem. Pode ser vista, ouvida, tocada. As formas de mensagens podem ser: palavras, gestos, olhares, movimentos do corpo. As formas como as idéias são representadas são chamadas de signos. Em conjunto, formam os códigos: língua portuguesa, código Morse, Libras, sinais de trânsito.
“Os meios são usados pelos interlocutores para transmitir sua mensagem. São eles: o artesão usa o barro, sua mão, sua voz para transmitir conhecimento ao filho. O locutor usa sua voz, o roteiro, o disco, a emissora de rádio, a fita gravada” (BORDENAVE).
Antes do surgimento dos meios tecnológicos de transmissão de informação (TV, rádio, internet etc.), os meios de comunicação utilizados eram físicos, como os rios, navios, estradas etc.

Por que comunicar
A comunicação está contida no nosso ambiente social. Em uma conversa de botequim, em um gesto qualquer de reprovação, em um sinal de trânsito, em um espetáculo de dança ou em um diálogo entre surdos-mudos, só para citar alguns exemplos. É impossível dissociar nossa vida, nossas necessidades, da comunicação.
“Estudos feitos durante greves de jornais demonstram a intensidade dos sentimentos de privação e frustração que se desenvolvem quando a leitores habituados lhes falta a leitura diária” (BORDENAVE).
Estudos também revelam que os meios de comunicação exercem influências positivas e negativas na vida das pessoas. Ex.: jornais podem ajudar na tomada de decisão importante, propiciar o estabelecimento de contatos sociais, dar status (atributo intangível). Novelas fazem “companhia” às pessoas, propiciam uma catarse emocional. Através das novelas, as pessoas aliviam carências, fracassos.

Como evoluiu a comunicação
Por meio do grunhido, o homem primitivo imitava os sons da natureza (canto dos pássaros, latidos, trovão). É possível que não produzissem som apenas pela boca, mas também com as mãos, pés ou a partir de objetos. O homem evolui fisiologicamente até a libertação das mãos (homo erectus). A posição ereta vertical possibilitaria a valorização da linguagem gestual. A voz é transformada em fala.
Os homens encontraram uma forma de associar um som ou objeto a um gesto ou ação. Assim nasceu o signo, que é qualquer coisa que faça referência a outra coisa, dando-lhe uma significação. Os signos podem ser representados por símbolos (objetos físicos que dão significação moral. Exs.: bandeira e hino nacional, mulher cega segurando uma balança, alianças do casal)e sinais (indícios que possibilitam conhecer, reconhecer ou prever algo. Exs.: Sinais de trânsito, sinais ortográficos, sinais de luzes nos aeroportos, nas traseiras dos carros, luz de freio etc. O homem também descobre seus sinais: pegadas humanas na praia são indícios de que alguém esteve ali, dor nas articulações é indício de que vai chover). A atribuição de significados a determinados signos é a base da linguagem.
Uma grande invenção do homem foi a gramática, que passou a ordenar o conjunto de regras para relacionar os signos entre si. A gramática ordenou a estrutura da apresentação dos signos. É por isso que dizer “Presidente Lula abandona o vício de beber” é diferente de dizer “O vício de beber abandona o presidente Lula”.
Como vimos, as primeiras formas de comunicação humana foram oral e gestual. Porém, a linguagem oral sofria da falta de permanência (perdia-se no tempo) e de alcance (não atingia longas distâncias). Para fixar seus signos o homem valeu-se dos desenhos e, mais tarde, da escrita.
Já para alcançar longas distâncias o homem recorreu a signos sonoros e visuais: berrante, sinal de fumaça, sons originados de instrumentos de percussão (tribos), desenhos, monumentos (moais).
O problema da permanência e da distância foi resolvido com o surgimento da escrita (5.000 a.C.), já que a mensagem escrita pode ser transportada a qualquer distância. Assim, temos a comunicação direta, feita por meias palavras e gestos, e a comunicação à distância, feita por meio de sons, sinais, manifestações culturais. Uma dessas manifestações culturais pode ser observada entre os fiéis de uma igreja. Para a igreja, as imagens eram tão importantes que um beijo de um iletrado em uma estátua equivalia à mesma devoção daqueles que sabiam ler (Papa Gregório, o Grande. a.C. 540 – 604).
É comum dizermos que estamos na era da imagem. Grande equívoco. Durante muito tempo a cultura foi difundida por meio da imagem, importante forma de comunicação e de propaganda no mundo antigo (Roma). Para os cristãos, a imagem era uma forma de comunicação e de persuasão. Muitos acham que este é um fenômeno moderno, mas, durante a Idade média, só os monges tinham acesso à linguagem escrita. Toda a fé religiosa era retratada nas pinturas e nos vitrais das igrejas.

Evolução da linguagem escrita
A linguagem escrita era representada por meio de pictogramas (3.300 a.C.), signos que correspondem à imagem gráfica (desenho). Os sumérios foram os primeiros a usar a escrita (Ex.: hieróglifos do Antigo Egito). A Suméria é civilização mais antiga da humanidade, localizada no sul da Mesopotâmia, entre o rio Tigre e Eufrates, onde hoje está o Iraque (Oriente Médio). Foi nessa região que se deu grande passo para o desenvolvimento da linguagem, porque era rica economicamente e intensa em atividades mercantis. Ali circulavam textos administrativos, econômicos e religiosos. Entretanto, ler e escrever era tarefa dada a peritos (escribas), que levavam muitos anos para aprender os significados dos sinais cuneiformes (escritos com objetos em forma de cunha). Isso divide a sociedade entre os que saber ler e os que não sabem.
O homem teve a necessidade de ampliar o significado dos signos e estes passaram a corresponder a idéias e não mais a palavras isoladas. Esse tipo de escrita recebeu o nome de ideográfica, assim como os ideogramas chineses e japoneses (Ex.: para os índios da América do Norte, pássaro voando = pressa. Para os antigos egípcios, pássaro com cabe
O homem percebeu que os signos gráficos, que eram representados pela palavra, possuíam som (fonema). Os sons são representados por unidades menores que as palavras. Nascia o conceito de letra (A, B, C...) e, por conseqüência, o alfabeto (2.000 a C). Com isso qualquer pessoa podia aprender o som sem necessariamente conhecer o signo ou o seu significado. O alfabeto é o estágio final da evolução da escrita.
Como transportar signos a distância seria o próximo passo a evoluir. Depois de escrever em pedras, rocha calcária, linho (o mesmo que envolvia as múmias), papiro e pergaminho de couro de animal, era preciso inventar um suporte mais prático. Os chineses parecem ter sido os primeiros a inventar o papel (século II d.C.) e os tipos de imprensa móveis, feitos de barro cozido, estanho, madeira ou bronze.
Na China e no Japão, já no século VIII, era utilizado um método de impressão chamado de “impressão de bloco”, no qual era usado um bloco de madeira entalhada para imprimir uma única página de um único texto.

O homem e a escrita
A escrita melhora a comunicação humana, possibilitando ganhos em relação à comunicação oral ou por meio dos monumentos. A mensagem adquire durabilidade, profundidade e clareza, podendo ser lira, relida, criticada e modificada a qualquer tempo. O homem utiliza a escrita para documentar seus feitos e conquistas. A escrita impulsiona o desenvolvimento das artes, da literatura e da ciência.
A partir da escrita, a sociedade passa a acumular conhecimento e pode reunir experiências do passado para difundir entre a sociedade vigente. O homem também pode descrever o presente, sem que as informações se percam.
Porém, as classes dirigentes percebem o poder da escrita e a monopolizam. Após a queda do Império Romano (que ocorre com a invasão bárbara, 480 a.C.), a igreja guarda os escritos nos monastérios.
Durante mil anos, praticamente reduzida à forma latina, a escrita será o instrumento da reconstrução do Ocidente sob o monopólio do cristianismo.
A civilização medieval na Europa não é manuscrita porque esta é monopolizada pela classe sacerdotal. A igreja vigia o que é escrito e pune idéias contrárias à ordem estabelecida.
Na Idade Média ocorre o acúmulo de volumes manuscritos, bulas, editais papais, ordenações jurídicas. Havia também obras clandestinas literárias, políticas e científicas que escapavam dos censores e inquisidores.
A leitura era um fenômeno coletivo, já que os livros pertenciam a bibliotecas (as bibliotecas foram criadas em 323 a.C. e os bibliotecários eram gramáticos famosos que corrigiam e catalogavam os textos); lia-se em voz alta como atividade grupal; o livro impresso permite a posse individual, estimula a reflexão e a crítica do leitor, levando o indivíduo a usar mais a razão. “O racionalismo neutraliza a fé e contribui para o amplo desenvolvimento cultural do homem”.

Para refletir:
Quais são os objetivos mais freqüentes na comunicação?
Quais as diferentes formas de comunicação?
É possível viver sem a comunicação?

O que é Geografia


Conceito de Geografia

A Geografia é uma ciência que tem como objeto principal de estudo o espaço geográfico que corresponde ao palco das realizações humanas. O homem sempre teve uma curiosidade aguçada a respeito dos lugares onde desenvolvem as relações humanas e as do homem com a natureza, principalmente com o intuito de alcançar seus interesses.

O conhecimento da terra e de todas as dinâmicas existentes configura como um objetivo intrínseco da ciência geográfica. Essa tem seu início paralelo ao surgimento do homem, no entanto, sua condição de ciência ocorreu somente com o nascimento da civilização grega, na qual existiam pensadores que nessa época englobavam diversos conhecimentos de distintos temas, dentre eles Pitágoras e Aristóteles que já tinham convicção acerca da forma esférica do planeta.

A Geografia recebe diversos significados: de uma forma genérica dizemos que geo significa Terra e grafia, descrição, ou seja, descrição da Terra. Essa descreve todos os elementos contidos na superfície do planeta como atmosfera, hidrosfera e litosfera que compõe a biosfera ou esfera da vida (onde se desenvolve a vida), além da interação desses elementos com os seres vivos.

O estudo da Geografia em sua fase inicial focaliza somente os elementos naturais, mais tarde, pesquisas unindo aspectos físicos com sociais foram estabelecidas, referentes à ação antrópica sobre o espaço natural. A partir desse momento teve início também o estudo sistemático das sociedades, tais como a forma de organização econômica e social, a distribuição da população no mundo e nos países, as culturas, os problemas ambientais decorrentes da produção humana, além de conhecer os recursos dispostos na natureza que são úteis para as atividades produtivas (indústria e agropecuária). Assim, o estudo geográfico conduz ao levantamento de dados sobre os elementos naturais que atingem diretamente a vida humana como clima, relevo, vegetação, hidrografia entre outros.

A Geografia moderna tem como precursor Humbold, que baseava no empirismo; posteriormente surgiram diversos outros pensadores que agregaram conhecimentos e conceitos distintos que serviram para o enriquecimento da ciência.


Algumas especialidades da ciência Geográfica:

Geografia Física: focaliza-se no estudo das características naturais, como clima, vegetação, hidrografia, relevo e os impactos decorrentes da exploração.

Geografia Humana: tem como objetivo o estudo da dinâmica populacional e suas particularidades.

Geografia Econômica: estudo de todas as relações econômicas realizadas no mundo e seus fluxos.

Geografia Cultural: focaliza a atenção para a identidade cultural das pessoas e dos lugares.

Geografia Política: estudo das relações do poder político e seus resultados.

Geografia Médica: realiza mapeamento de focos de doenças e sua distribuição no espaço geográfico.

As primeiras descrições consideradas como geográficas foram oriundas de registros de viajantes e comerciantes.

Carta como escrever


Carta pessoal é uma das opções existentes.
Quando queremos solicitar algo para alguém ou responder uma solicitação, fazer uma declaração de amor, despedirmo-nos, argumentar algo que foi dito, escrever diretamente a um leitor de revista ou jornal, contar novidades para o amigo que mora distante, fazer uma comunicação de um fato... Ali está a carta!
Essa forma de produção textual existe desde que o homem necessita de comunicação à distância ou, mais precisamente, desde as inscrições rupestres, as quais eram cartas em forma de símbolos.
Aqui no Brasil, temos a carta-registro de Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal Dom Manuel I, relatando o descobrimento das novas terras.
As cartas ditas “sociais” eram mais comuns antes do advento da tecnologia. No entanto, com a evolução da informática, hoje temos o e-mail, veículo de informação que transporta vários tipos de cartas a todo o momento.
Atualmente, é muito difícil encontrar pessoas que troquem correspondências escritas à mão. Ao contrário, elas se falam por meio do correio eletrônico, que não precisa nem mesmo de selo, ou seja, de ser pago.
Nessa seção você encontrará as características dos diversos tipos de carta: comercial, pessoal, formal, informal, de amor, de despedida, argumentativa, ao leitor, resposta.


Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola
Artigos de "Carta"
·   Carta aberta

COMO REDIGIR UMA CARTA


Existem vários tipos de cartas, e pessoas diferentes para qual deve mandá-las, cartas de amor, de familiares que moram muito longe, ou se alguém é parabenizando por seu aniversário. A carta ao ser escrita deve ser primeiramente bem analisada em termos de língua portuguesa, ou seja, deve-se observar a concordância, a pontuação e a maneira de escrever com inicio, meio e então o fim, contendo também um cabeçalho e se for uma carta formal, deve conter pronomes de tratamento (Senhor, Senhora, V. Ex.a e etc.) e por fim a finalização da carta que deve conter somente um cumprimento formal ou não (grato, beijos, abraços, adeus e etc.).
Depois de todos esses itens terem sido colocados na carta à mesma devera ser colocado em um envelope para ser enviado ao destinatário. Na parte de trás e superior do envelope deve-se conter alguns dados muito importantes tais como: Nome do destinatário, endereço (rua, bairro e cidade) e por fim o CEP. Já o remetente (quem vai enviar a carta), também deve inserir na carta os mesmos dados que o do destinatário, que devem ser escritos na parte da frente do envelope. E por fim deve ser colocado no envelope um selo que serve para que a carta seja levada à pessoa mencionada.

Exemplo de uma carta:

Cabeçalho: cidade, data, mês e ano.
Conteúdo: o texto da carta com começo, meio e fim.
Saudações: finalização da carta.

No envelope deve conter:
Atrás do envelope - lado com aba

Remetente:
Nome completo:
Rua - número-bairro: (não obrigatório)
Cidade - Estado:
CEP:

Os índios, hoje Alguns indígenas brasileiros ainda vivem isolados e sem contato com o homem branco, mas boa parte deles está integrada à vida moderna



19 de abril é o Dia do Índio e, para comemorar a data, é comum que crianças pintem o rosto e façam enfeites que imitam cocares para colocar na cabeça. Esses são dois costumes conhecidos dos índios, mas eles têm muitos outros hábitos que estão se modificando ao longo do tempo. Vários, como tomar banho todos os dias, nós herdamos desses povos, assim como algumas palavras, como abacaxi e outras que dão nome a cidades por todo o Brasil, como Itacarambi e Itabirito.


Hoje, são 230 povos e, pelo menos a metade, vive quase que exclusivamente das fontes tradicionais (caça e pesca), como os Piripikura que vivem no Mato Grosso, enquanto outros já sabem usar computador, falam português e até atuam como políticos. Como você pode perceber, não dá para generalizar o modo de viver dos índios porque cada grupo vive de um jeito. Muitas pessoas se lamentam por pensarem que os indígenas estão perdendo sua cultura por ficarem cada vez mais parecidos com os homens brancos. Mas os indígenas se defendem e dizem que o modo de vida de toda sociedade se transforma com o passar do tempo e, com eles, não poderia ser diferente.



“As pessoas, normalmente, têm uma imagem do índio de 1500, da época da colonização, que vive na mata e é alheio às tecnologias. Na verdade, tudo caminhou, inclusive nas comunidades indígenas. A cultura é mutável mesmo, não é fixa”, explica Verônica Mendes Pereira, mestre em educação escolar indígena e professora do curso de licenciatura indígena da UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais – ela dá aula para os professores índios para que eles possam ensinar melhor aos seus alunos indiozinhos nas escolas.



DIFERENTE, MAS IGUAL

Hoje, existem muitos índios que vivem em casas que têm luz elétrica e som. Já somam 5 mil os índios matriculados em universidades, estudando Medicina e Direito, por exemplo, e 20 mil os professores indígenas que ensinam nas línguas que falam. “O que caracteriza ser índio ou não é o jeito de viver, que está muito ligado a símbolos: por exemplo, o jeito de eles explicarem como acontecem os fenômenos da natureza, como os trovões, a chuva...é tudo mitológico”, diz a professora.


Ela conta, ainda, que mitos não são mentirinhas, mas são as maneiras com que cada tribo explica o mundo, é a ciência delas. “Os Xacriabá não falam língua indígena, mas preservam o mito de Iaiá Cabocla, que é uma onça que protege o território, as crianças e a aldeia. Um índio não deixa de ser índio porque tem carro”, defende.



“Os índios mantêm um espírito de continuidade, voltam às suas terras para fazer seus rituais. Alguns ainda vivem caçando e pescando como fizeram na vinda dos portugueses, outros vivem de em contato com os brancos, mas preservam sua cultura. O contato com outras culturas leva à adaptação. Os brasileiros também vivem com uma série de criações dos europeus e norteamericanos” , diz o professor do Departamento de Antropologia da UFF - Universidade Federal Fluminense - Mércio Gomes, que também foi presidente da FUNAI – Fundação Nacional do Índio – de 2003 a 2007.



ESCOLA DE ÍNDIO

Aproximadamente, 0,5% da população brasileira é indígena, está distribuída em todos os estados do país com maior concentração no Norte. Existem 180 línguas diferentes e essa é apenas uma das características que diferencia um grupo dos outros.


De acordo com Verônica, a partir da legislação de 1988, conhecida como Constituição Cidadã, os índios conquistaram seus direitos, o que colaborou para o aumento das populações. O professor Mércio discorda. Ele afirma que, mesmo antes dessa Constituição, o número de indígenas crescia e eles já tinham alguns direitos.



“A grande alegria para a nação brasileira é que passados 500 anos da chegada dos portugueses, os povos indígenas estão crescendo. Na década de 1970, eles pareciam entrar em extinção, porque eles morriam de varíola, tuberculose e sarampo. Com o tempo, os remédios foram chegando, algumas doenças acabaram, eles adquiriram imunidade e, hoje, eles crescem a 4% ao ano enquanto o Brasil cresce a menos de 2%”, conta o professor. A população era de 100 mil, em 1955, e, agora, eles são 500 mil. Em cinqüenta anos, eles quase quintuplicaram!



Uma vitória indiscutível da Constituição de 1988 é a escola indígena, um lugar de ensino onde os alunos e os professores são índios. Nelas, eles podem ensinar apenas na língua própria, em português, ou nos dois idiomas. Os professores que dão aula nesses colégios são preparados por outras pessoas que trabalham em universidades, como a Verônica.



A ideia é que a escola tenha “um pé dentro da aldeia e o outro fora dela”, o que significa que os estudantes aprendem conteúdos ligados à cultura deles, como na disciplina “o uso da terra” que ensina a composição do solo, o tipo de plantas que nasceram ali, quais os chás que podem ser feitos e para que eles servem. Ao mesmo tempo, estudam como o governo e a sociedade possa ajudá-los, que direitos eles têm, entre outras utilidades. Aliás, um problema comum aos índios é a demarcação de terras espaço destinado para                  eles morarem



POR QUE DIA 19 DE ABRIL?

A data foi criada no Brasil pelo presidente Getúlio Vargas, em 1943. A escolha foi uma homenagem ao I Congresso Indigenista Interamericano, um evento realizado no México, em 1940, que reuniu representantes de países da América para tomar decisões políticas importantes.


Os índios também foram convidados, mas ficaram desconfiados. A história de convivência entre homens brancos e índios não é pacífica, mas repleta de guerras. Depois de alguns dias, porém, os indígenas resolveram dar um voto de confiança e foram à reunião no dia 19 de abril

Pré História e seus períodos


A Pré-História é o período que compreende desde o surgimento do homem até o aparecimento da escrita, por volta de 4000 a.C.
Os vestígios encontrados em cavernas, vales e planícies (como ossos, utensílios, armas e outros objetos) nos ajudam a fazer um estudo mais detalhado do que foi a Pré-História.
O ser humano que viveu nessa época era um rude caçador e mais tarde se tornou um primitivo agricultor.
A Pré-História é dividida em 3 períodos:
Características
- É o período mais longo de todos
- O homem era coletor de
alimentos e caçador
- Vivia de modo simples.
- Era nômade (não tinha casa e mudava sempre de lugar)
- Morava em cavernas (homem das cavernas) para se proteger do frio da chuva e dos animais.
No fim do Paleolítico (por volta de 10000 a.C.), as condições de vida começaram a mudar. O clima mudou e surgiram os desertos, conseqüentemente a caça diminuiu.
O homem, então, abandonou os lugares onde vivia e saiu em busca de novas terras que lhe pudessem dar sustento.
Passou a viver nos vales dos grandes rios e lagos, passou a ter moradia fixa (deixando de ser nômade).
Essas modificações marcaram o fim do Paleolítico.
NEOLÍTICO (ou idade da pedra polida – 10000 a 4000 a. C.)
Características
- Desenvolvimento da agricultura (o homem não abandonou por completo a caça e a pesca; porém, isso deixou de ser a única fonte de alimento)
- Passou a cultivar trigo,
centeio, cevada e outros produtos
- Domesticou o boi, o cavalo, a ovelha e outros animais
- Suas roupas eram feitas fibras vegetais (linho e algodão)
- Usou o barro para fazer potes, panelas, bacias e outros utensílios domésticos.
- Construiu casas sobre estacas (palafitas)
- Utilizou o osso, a madeira e a pedra polida na fabricação de seus instrumentos e armas, mais aperfeiçoadas.
- Desenvolvimento da religião
Características
- O homem passou a usar metais (cobre, ouro e
estanho) para fabricar instrumentos, ferramentas e armas
- Surgimento do
bronze e do ferro
Os avanços na agricultura e a descoberta da escrita marcam o fim da Pré-História e início da História.

Texto Descritivo II


Conceito de Texto

A principal característica do texto é a unidade: diversas partes se juntam e se articula para formar um todo. Por isso, o texto não é um simples aglomerado de frases ou palavras.

Tipos de Textos

Descrição
A descrição é um texto que procura caracterizar uma pessoa, um objeto, um ambiente. É uma espécie de fotografia feita por palavras.

Na maioria das vezes, a descrição aparece misturada a outras modalidades de texto (narração ou dissertação), caracterizando uma personagem, ressaltando um pormenor, descrevendo um objeto ou um cenário.

a) Exemplo de texto descritivo:
A moça tinha ombros curvos como os de uma cerzideira. Aprendera em pequena a cerzir. Ela se realizaria muito mais se se desse ao delicado labor de restaurar fios, quem sabe se de seda. Ou de luxo: cetim bem brilhoso, um beijo de almas. Cerzideirinha mosquito. Carregar em costas de formiga um grão de açúcar. Era ela de leve como uma idiota, só que não o era. Não sabia que era infeliz. É porque ela acreditava. Em quê? Em vós, mas não é preciso acreditar em alguém ou em alguma coisa - basta acreditar. Isso lhe dava às vezes estado de graça. Nunca perdera a fé.
Agora é com você construa um texto descritivo, seguindo suas principais características

TEXTO DESCRITIVO



Elaborar um texto descritivo é uma tarefa simples, porém complexa. Como a própria palavra diz descritiva condiz a descrever fatos, pessoas, objetos, e outros itens por suas infinitas características através do uso de palavras. Um texto descritivo bem feito permite que o “ser descrito” seja identificado pelo seu particular, ou seja, suas características individuais em relação à terceiros.
Primeiramente é necessário estabelecer o quê será objeto de descrição. Logo é preciso relacionar tudo o que envolva aquele objeto. No caso de pessoas, aliste as características físicas, psicológicas, sociais, comportamentais, preferências, atitudes e fatos relacionados a essa pessoa. Todo esse conjunto de informações tem que ser desenvolvido de maneira sucinta e clara de entendimento.
A descrição pode ser organizada com comparações, utilizando, por exemplo, de metáforas. Os verbos de estado – apresentar, usar, suportar, ter, ficar, estar, evidenciar são as palavras preferenciais, desde que não se os use repetidamente.
Assim como o uso do presente ou o imperfeito, integrando o tempo as relações de perspectiva, longe ou perto, aqui ou ali, e etc. A narrativa do texto precisa ser coerente para que não perca o sentido dos fatos. Um dica importante é referir-se a possíveis sentimentos, que objeto descrito provoca no emissor, como também possíveis comentários motivados pela descrição.
Se todas a comunicação do texto descritivo estiver precisa quanto aos detalhes, a pessoa que irá ler poderá obter o entendimento correto. Assim completará o ciclo de importância de um texto. Informar, interagir, provocar emoções e acrescentar conhecimento ao leitor.
Finalizando o texto é interessante verificar se todos os elementos constantes do plano inicial do texto foram inseridos, fazendo todo o sentido. Além disso, todos os conectores devem estar bem organizados junto com a pontuação adequada
Agora é a sua vez. Seguindo as principais características de um texto Descritivo.

Texto Narrativo


Literatura e Redação;
Texto narrativo
Conceito.

Texto narrativo é aquele que engloba personagens desenvolvendo ações ao longo do tempo. Envolve um narrador, espaço, tempo, enredo e os citados personagens, no desenrolar de fatos.

Dentre os personagens, haverá um ou mais protagonistas, onde estará centrada a trama e onde circundam os demais personagens, geralmente havendo também os antagonistas, em contrariedade aos protagonistas.

São chamados de coadjuvantes aqueles que não se enquadram como protagonistas ou antagonistas, embora sua existência seja propícia para o desenvolvimento dos fatos que envolvem um texto narrativo.

E, falando em narrativa, é ela quem vai apresentar e desenvolver os personagens e fatos no tempo e espaço em que se situa o enredo. Entre os tipos de textos narrativos estão, por exemplo, o romance, a crônica, o conto, a fábula, a parábola, o texto descritivo, informativo, dissertativo, infantil, ficcional, expositivo, etc.

O modelo de texto narrativo escolhido dará o tom do enredo, determinando como será contada a estória de acordo com suas características básicas até que esteja pronto, seja um texto pequeno ou grande.

O dia que virou um dia
Os primeiros raios de sol brando como um leve toque, anunciam um novo dia de uma preguiçosa segunda-feira. Maria acorda, ingere algum pão e café, despede-se da família e se põe a caminhar em direção ao ponto de ônibus. Não tão longe dela, José executa as mesmas ações, porém, não se sabe se desperdiçou os mesmos momentos de adeus.
Maria cumpre mais uma jornada de trabalho e, cansada, roga a volta a casa. Entra então, em um lotação, cujos passageiros a rotina á a fez conhecer. José, bandido inveterado, passa o mesmo dia a caminhar, tramar e agir. Todavia, finda-se a data para ele também e, não estando satisfeito com as finanças adquiridas, envolve-se em dantescos pensamentos.
Vem lá o transporte com Maria. O mesmo é avistado pelo marginal, que logo conclui seu plano iminente de execução. E o faz. O aceno com a mão indica ao motorista que pare o veículo e o deixe entrar. As vistas de Maria mudam imediatamente de direção e cruza-se com as de José. Este segue, como quem mede os passos, ao encontro daquela. Fita-lhe mais uma vez os olhos e estende-lhe os braços. Aquelas magras mãos tocam a moça e, brutalmente, puxam-na para o mais perto de si: tem uma refém.
José anunciou o assalto e obrigou o condutor a parar o cano. Endiabrado, mostra a sua arma e faz com que Maria a sinta na nuca. O tumulto chama, com brevidade, a atenção do povo e, consequentemente a da polícia. E nesta hora que começam algumas negociações. Com prontidão chega a imprensa, que transforma José em o José. bem como Maria em a Maria.
Passadas já muitas horas, o bandido põe em prática um novo plano: tentar sair do ônibus com a sua refém. Ouve-se um tiro, que atinge Maria. Vendo que iria ser baleado, José dispara mais três tiros de sua arma, que ferem mortalmente as costas da moça. O criminoso é dominado e posto na viatura, onde sorrateiramente morre. A defunta vira manchete, heroína. Passa-se uma semana e aquela foi apenas mais uma segunda-feira em uma grande metrópole.
Diógenes Darce C. de Lima
ATIVIDADE;
Agora é com você. Construa um lindo texto narrativo.

Leitura e Interpretação de texto - A coruja e a águia


Leia com atenção o texto abaixo.
A coruja e a águia
Coruja e águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes.
- Basta de guerra – disse a coruja. – O mundo é tão grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.
- Perfeitamente – respondeu a águia. – Também eu não quero outra coisa.
- Nesse caso combinemos isto: de ora em diante não comerás nunca os meus filhotes.
- Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes?
- Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.
- Está feito! – concluiu a águia.
Dias depois, andando a caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.
- Horríveis bichos! – disse ela. – Vê-se logo que não são os filhos da coruja.
E comeu-os.
Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca, a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi justar contas com a rainha das aves.
- Quê? – disse esta, admirada. Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste…
Moral da história: quem ama o feio, bonito lhe parece.
(Monteiro Lobato. FÁBULAS. 50 edições, Editora Brasiliense, São Paulo, 1994)
Após a leitura do texto, responda às questões:
1.     Quem são os personagens dessa fábula?_______________________
_____________________________________________________
2.    A fábula se divide em duas partes. Quais são elas? Como a coruja descreveu seus filhotes?
3.    Por que a águia não reconheceu os filhotes da coruja?
4.    Segundo a moral da história, há uma diferença no modo como as pessoas vêem umas às outras. Explique porquêAspectos Gramaticais.
1º)Retome o texto e retire dele o que se pede.
a)três palavras monossílabas
b)três palavras dissílabas
c)três palavras trissílabas
d)três palavras polissílabos
e)três palavras com dígrafos
2ª) Observando a primeira letra, coloque as palavras abaixo em ordem alfabética.
Feito, regressar, triste, chorou, amargamente, comeu horrível.
3º)Retome o texto estudado e extraia :
a)Uma frase interrogativa.
b)uma exclamativa.
c)uma negativa.
d)uma positiva
4º)Leia as palavras com atenção e informe o número de letras e fonemas existente em cada uma.
a)coruja                     Letras______  Fonemas ________
b)monstrenguinhos     Letras ______ Fonemas ________
c)águia                       Letras ______  Fonemas _______
d)horríveis                 Letras ______  Fonemas _______
e)mundo                      Letras______   Fonemas _______
5º)Leia a frase abaixo e informe;
A águia disse a coruja, que não mais comeria seu filhotes.
Emissor
Receptor
Código Mensagem
6º) Na última frase do texto há uma palavra , que é o antônimo da outra. Qual é?

Vida de índio



Vida na Aldeia Descubra como é o modo de vida em algumas aldeias indígenas
uita gente por aqui: eram os índios. Os colonizadores não entenderam muito bem o modo de vida daqueles povos e demoraram um pouco para perceber que cada um tinha sua cultura e suas tradições.
 Atualmente há mais de 200 nações indígenas, que aprenderam a língua portuguesa e novos hábitos, mas, ainda assim, as pessoas mantêm alguns costumes de seus antepassados e lutam para preservar sua cultura e seu jeito de viver. Conheça melhor os mais antigos moradores de nosso país.
ESTÁ SERVIDO?
Os índios produzem sua própria comida e esse trabalho começa assim que amanhece. Os homens caçam e pescam. As mulheres apanham frutos, cultivam e preparam os alimentos. Os pratos variam, mas a mandioca e o milho são muito usados pela maioria dos povos.
São elas que vão buscar água e procurar lenha. Hoje, em muitas aldeias, também há alimentos industrializados que os índios compram com o salário que recebem trabalhando fora ou com o dinheiro da venda de produtos feitos pelo grupo.
CASAS DIFERENTES
As aldeias indígenas não são todas iguais. Alguns povos fazem aldeias circulares, com as casas ao redor da área onde acontecem as festas. Em outras, elas ficam em fileiras ou formam um desenho de ferradura.
Há até aquelas aldeias em que todos vivem em uma única grande casa. As moradias podem ser ovais, retangulares ou redondas. Os materiais mais usados são os que a natureza oferece, como madeira, palha e cipó, mas alguns grupos fazem construções com tijolos.
DIVERSÃO DE SOBRA
As crianças indígenas aprendem brincando. E elas brincam muito! Pião, peteca, dobradura, jogos na água, boneca, corrida são algumas das diversões mais comuns.
Os meninos treinam a pontaria com um pequeno arco e flechas. Já as meninas aprendem a colher alimentos e preparar delícias como o beiju, que é um tipo de panqueca de mandioca. Eles também se divertem com seus bichos de estimação. Já imaginou que legal conviver com araras, macacos, coatis e papagaios? Pois muitas crianças indígenas têm amigos como esses!
HORA DA FESTA
As comemorações indígenas marcam momentos importantes na vida de uma pessoa ou do grupo, como o nascimento de uma criança ou a boa colheita. Uma das festas mais famosas acontece no Parque do Xingu, no centro do Brasil, e se chama quarup. Convidados de vários lugares acompanham três dias de rezas, danças, cantos e lutas em homenagem aos antepassados.
OUTRAS PALAVRAS
Milhares de palavras da nossa língua têm origem no tupi, um idioma indígena. Confira:
Abacaxi - fruta cheirosa.
Caatinga - mata branca.
Capivara - comedor de capim.
Coroca - resmungona.
Cutucar - no tupi, quer dizer furar ou espetar.
Jururu - tristonho.
Mingau - papa, empapado.
Mirim - pequeno.
Mutirão - trabalho em comum.
Nhenhenhém - falar sem parar. Nhe'eng significa falar.
Paçoca - socado.
Pereba - ferida.
Perereca - ir aos saltos.
Pipoca - pele estourada.
Piranha - peixe dentado.
Pitanga - avermelhado.
Atividade;
Faça um fichamento do texto estudado com que você achou de mais importante na cultura indígena.

Atividades de Língua Portuguesa. Novo Acordo Ortográfico. 5º ano


1. Com o novo acordo, quantas letras passa a ter o alfabeto da língua portuguesa?   
 a) 23    b) 26    c) 28    d) 20    e) 21
2. A regra atual para acentuação no português do Brasil manda acentuar todos os ditongos abertos “éu”, “éi”, “ói” (como ‘assembléia’, ‘céu’ ou ‘dói’). Pelo novo acordo, palavras desse tipo passam a ser escritas:   
 a) Assembléia, dói, céu   
b) Assembléia, doi, ceu   
c) Assembléia, dói, ceu   
d) Assembleia, dói, céu   
e) Assembleia, doi, céu 
3. Pela nova regra, apenas uma dessas palavras pode ser assinalada com acento circunflexo. Qual delas?   
 a) Vôo    b) Crêem    c) Enjôo    d) Pôde    e) Lêem 
4. Qual das alternativas abaixo apresenta todas as palavras grafadas corretamente:   
a) bússola, império, platéia, cajú, Panamá   
b) bussola, imperio, plateia, caju, Panama   
 c) bússola, imperio, plateia, caju, Panamá   
d) bússola, império, plateia, caju, Panamá   
 e) bussola, imperio, plateia, cajú, Panamá 
5. De acordo com as novas regras para o hífen, passarão a ser corretas as grafias:    a) Coautor, antissocial e micro-ondas
    b) Co-autor, anti-social e micro-ondas 
   c) Coautor, antissocial e microondas   
  d) Co-autor, antissocial e micro-ondas
  e) Coautor, anti-social e microondas 
6. Qual das frases abaixo está redigida de acordo com a nova ortografia? 
   a) É preciso ter autoestima e autocontrole para coordenar o projeto de infraestrutura recém-aprovado, ainda muito polêmico e com ajustes a fazer. 
   b) É preciso ter auto-estima e autocontrole para coordenar o projeto de infra-estrutura recém-aprovado, ainda muito polemico e com ajustes a fazer.  
  c) É preciso ter auto-estima e autocontrole para co-ordenar o projeto de infraestrutura recémaprovado, ainda muito polêmico e com ajustes a fazer.   
d) É preciso ter auto-estima e auto-controle para coordenar o projeto de infra-estrutura recém-aprovado,  ainda muito polemico e com ajustes a fazer.   
e) É preciso ter auto-estima e auto-controle para co-ordenar o projeto de infraestrutura recém-aprovado, ainda muito polêmico e com ajústes a fazer.  
7. Em quais das alternativas abaixo há apenas palavras grafadas de acordo com a nova ortografia da língua portuguesa?   
 a) Pára-choque, ultrassonografia, relêem, União Européia  
 b)  Para-choque, ultrassonografia, releem, União Europeia, inconsequente, arqu                        c) Para-choque, ultrassonografia, releem, União Europeia, inconsequente, arquirrival, saúde    d) Parachoque, ultra-sonografia, releem, União Européia, inconsequente, arqui-rival, saúde    
e) Pára-choque, ultra-sonografia, relêem, União Européia, inconseqüente, arqui-rival, saúde 
Complete com o que está em acordo com a nova ortografia.
A) Está na hora de eu ir para a _______ (auto-escola/autoescola).
B) Este retrovisor é ótimo porque tem _________(anti-reflexo / antirreflexo).
C) Ele é _______ (co-autor/coautor) da peça e também o ______ (co-diretor / codiretor do espetáculo.